Queridos alunos,vamos ler?



Desejo a todos os meus alunos a continuação de umas óptimas férias!Brinquem e descansem muito! Mas, não se esqueçam de estudar um pouquinho!
Em SETEMBRO seremos FINALISTAS e teremos um novo ano repleto de novas emoções e aventuras.
Aproveitem para ler, nunca se esqueçam: "Um livro é um Amigo".
Sugiro as seguintes leituras:


"Ynari - A menina das cinco tranças" de Ondjaki


"O Rapaz que tinha zero a Matemática" de Luísa Ducla Soares.


"O Segredo do Rio" de Miguel Sousa Tavares


Se quiserem, podem clicar na biblioteca de livros digitais (barra do lado direito) e ler outros livros, o importante é lerem!

Bolo da caneca


A brincadeira é que deve bater os ingredientes na própria caneca com um garfo e põe no microondas por 3 minutos. A massa crua é mais mole que a de um bolo normal mas é assim mesmo.

Não aumente a farinha ou terá um bolo duro!

Bolo de caneca
Prepare na própria caneca que irá consumir e em apenas 3 minutos no microondas.
Ingredientes:
- 1 ovo pequeno
- 4 colheres (sopa) de leite
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
- 4 colheres (sopa) rasas de açúcar
- 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
- 1 colher (café) rasa de fermento em pó

Modo de Preparo:
- Coloque o ovo na caneca e bata bem com um garfo.
- Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
- Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
- Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.

Dicas
- A caneca deve ter capacidade de 300ml.
- A medida de colher é sempre rasa.
- Pode servir este bolo com coberturas, caldas, castanhas e sorvete. E pode comer quente.


Esta receita é muito prática, pois pode-se fazer na sala de aula, cada aluno leva a sua caneta e os ingredientes, depois é só colocar no microondas...e comer!
Bom apetite!!!...

Entremares disse...

Castelo de Algoso


Duas horas... duas horas e meia... quase três horas...
A viagem, felizmente, estava quase no fim. A auto-estrada projectava-se no horizonte, como uma serpente sinuosa de alcatrão negro, contornando montes, rasgando os bosques, transpondo rios revoltos com o degelo da primavera. Março aproximava-se do fim e a primavera conquistava o seu espaço, invadindo de verde vivo os mais ínfimos recantos, brotando de entre as rochas, salpicando de flores silvestres as beiras das estradas. Nos céus, as aves regressavam aos lares, embaladas pelas brisas mornas do sul.
Aos poucos e poucos, a neve fora desaparecendo e a vida adormecida voltava agora a brotar, com todo o seu esplendor, aos primeiros raios de sol.
Bragança, Macedo de Cavaleiros, Algoso… Castelo de Algoso. Um pequeno ponto no mapa, meia dúzia de casas em ruínas nas encostas de um castelo que já fora outrora imponente, mas que agora se entregara ao silêncio do abandono.
Chegara ao seu destino.
A estrada esboroada e cheia de curvas desencorajava os turistas. Os próprios habitantes evitavam percorre-la, apesar de ser a sua única forma de comunicar com o mundo exterior. Talvez por isso mesmo tivessem partido, um após outro, rumo à vila de Algoso, levando os filhos, os animais, o recheio das casa… transformando a aldeia num castelo assombrado de almas penadas, entregue aos cães vadios que percorriam as ruas vazias à procura de alimento.
Todos os habitantes haviam partido… todos, menos um.
O automóvel deteve-se diante da única casa ainda impecavelmente caiada de branco, com um rodapé azul forte a contrastar com o cinzento das pedras da calçada. Uma buganvília, já de tronco retorcido, estendera-se livremente sobre o muro, deixando pender uma mancha arroxeada viva sobre a rua, um tufo de cor no meio da desolação.
O último resistente de Castelo de Algoso insistia em cuidar do jardim, podar a sebe, pintar as portas e janelas e ainda manter saudáveis e bem tratados os coelhos, galinhas e as duas gaiolas de periquitos com que preenchia grande parte do seu tempo livre.
- Avô…
- Ricardito… pensei que te ias esquecer…
Abraçaram-se efusivamente.
O avô Gilberto era uma daquelas personagens de um mundo antigo, rural e em vias de extinção. Os dois filhos, noras, netos… todos residiam no Porto ou em Braga, entregues aos seus afazeres, disfrutando o conforto da civilização.
Mas ele ficara.
Vizinho após vizinho, acabara sozinho na pequena aldeia.
O Ricardito - como ele nunca deixaria de lhe chamar - era o mais novo de todos os netos; mas também aquele com que sempre mantivera a mais especial relação de afecto, de cumplicidade até. O Ricardito era a sua visita mais assídua, o único que - ainda criança - ali passara com ele algumas férias de verão, a brincar com os animais, a ajudá-lo na horta, empoleirado sobre o tractor.
E mesmo agora, vinte anos já feitos, continuava a cumprir aquele ritual mágico do último fim de semana de Março - O Hamami.
O que era o Hamami ?
O avô Gilberto explicara-lhe - andava ele ainda de calções - a essência da contemplação das amendoeiras em flor, uma tradição ancestral no Japão, onde todos os anos uma multidão de famílias rumava aos parques e campos, para se deleitar com o momento mágico do desabrochar da flor da amendoeira.
Sentaram-se no quintal traseiro da casa, uma toalha branca sobre a mesa, uma garrafa já aberta, pão, algumas guloseimas que o neto trouxera da cidade, à sombra da grande árvore.
Durante aquele fim de semana, ficariam por ali, tranquilamente à espera do momento mágico.
- Ainda te lembras? - e o avô observava-o com carinho.
Claro que se lembrava. Fora ele mesmo, com a ajuda do avô, que plantara aquela mesma árvore, num dia longínquo de uma daquelas férias de verão que ali passara. De alguma forma… sentia aquela árvore como um passar de testemunho, uma forma de perpetuar sentimentos, de partilhar afectos…
- Claro que me lembro, avô… então ia lá esquecer-me disso ?
Reclinou-se um pouco mais e olhou para um dos pequenos ramos, que pendia próximo da mesa.
- Queres fazer uma aposta comigo, avô ? Vai ser ser aquela ali… a primeira a abrir…
O avô seguiu-lhe o olhar e sorriu.
- Nem penses Ricardito… julgas que acertas todos os anos, é isso ? Nem penses… ora deixa-me lá ver qual vou eu escolher…

(comentário deixado pelo blog entremares)


Dia dos Avós






Dia 26 de Julho celebra-se o dia dos avós por ser o dia de Santa Ana e S.Joaquim. pais de Nossa Senhora e avós do Menino Jesus.

Os povos orientais dão muito valor aos mais velhos, porque acreditam que a sua sabedoria e experiência de vida são uma mais valia para a aprendizagem e crescimento dos mais novos. O contacto e a convivência das crianças com os seus avós estimula o respeito, fortalece o amor e promove a transmissão da história e memórias de família e de conhecimentos de avós para netos.

Se ainda tens avós, não te esqueças de lhes mostrar o quanto os amas!

Faz um bonito desenho e oferece-o aos teus avós, eles vão adorar!

Betty Boop faz 75 anos.

Parabéns, Betty Boop!

Mensagens Para Orkut - MensagensMagicas.com


Betty Boop, faz hoje 75 anos.


Betty Boop é uma personagem de desenho animado que apareceu nas séries de filmes Talkartoon e Betty Boop, produzidas por Max Fleischer e distribuídas pela Paramount Pictures.

Betty tinha um jeito de garota independente e provocadora, sempre com as pernas de fora, exibindo uma cinta-liga. Betty Boop ficou famosa mesmo quando interpretou "Boop-Oop-a Doop-Girl", de Helen Kane, e, enfim, entrou para a história, participando de mais de 100 animações.

Entretanto, após 1934, o novo Código de Produção impôs uma censura à personagem. Os irmãos Fleischer modificaram a imagem de Betty, vestindo-a até o pescoço.

Com a sua enorme sensualidade, Betty foi um grande sucesso nas platéias de teatro, e apesar de ter decaído durante a Década de 1930, ela continua popular atualmente pelo ar de sensualidade. Sua última aparição foi no cinema, em 1988, quando fez uma ponta em Uma Cilada para Roger Rabbit com o mesmo biquinho, as mesmas pernas de fora e cinta-liga aparente que lhe é peculiar.

Hoje, chove e está muito vento.

Hoje chove, está vento e frio.
Parece um dia de Outono!
O programa em família fica adiado,talvez para amanhã.
Vou proveitar para pôr a minha leitura em dia.

Selo "Amigos Para Sempre"

Que lindo selo!
Foi oferecido pela educadora Juca, excelente profissional que partilhou o seu trabalho com todos os que gostavam de a visitar.
Eu, todos os dias tinha que ver as novidades, e ficava sempre encantada.
Agora os meninos e meninas do Jardim de Cruzeiro levantaram voo para o 1.º ciclo, a todos desejo muitas felicidades...
Para Juca, até Setembro noutro cantinho, como sempre maravilhoso!
Beijossssssssss

Selos oferecidos.















Muito obrigado a todos os Blogs que ofereceram estes bonito prémios.

Está quaseeeeeeeeeeeeeeeeee...


Está quaseeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee...
Amanhã tenho a última reunião...
E depois, fériassssssssssssssssssssssssssssssss...
Até amanhã!

O coelhinho




Trabalho individual da Ana Miguel

Aqui estamos nós!































Fotos tiradas pela professora no Zoo Quinta de Santo Inácio.